CIËNCIA CONFUSA
AAS protege ou não do câncer?
Artigo do Dr. Stephen Stefani, Oncologista Clínico
Há alguns dias, dois estudos publicados na prestigiada revista médica The Lancet mostraram que o ácido acetil salicilico (AAS) pode reduz o risco de as pessoas terem câncer. Uma das publicações descreveu os resultados conjuntos de 34 estudos clínicos com redução do risco de morte por câncer em 15%. A outra publicação, que analisou pacientes de cinco estudos clínicos, mostrou uma redução de 36% na chance do tumor ser disseminado (o que chamamos de metástases). Ambas as publicações, portanto, foram favoráveis ao uso de AAS para reduzir o risco de câncer. Entretanto, há pouco mais de um mês, outro estudo sobre o tema, publicado na revista Archives of Internal Medicine, revelou que o AAS comprovadamente reduz o risco de eventos cardiovasculares não-fatais, como Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), mas não há redução significativa na mortalidade por câncer. Então, no que acreditar? Deve-se usar ou não o AAS? A forma de extrair essas informações das publicações é através de uma leitura crítica da produção científica disponível. Deve-se concentrar na análise apurada da forma como a pesquisa foi planejada e conduzida, assim como a sua análise estatística. A essa forma de análise, chamados de Medicina Baseada em Evidência (MBE), em que novos tratamentos são recomendados principalmente com base em resultados estatísticos de grandes estudos clínicos. Todavia, a medicina não deve ser guiada somente por valores numéricos. É preciso analisar a credibilidade dos resultados. Na questão específica do papel do AAS em relação ao câncer, as revistas médicas, do mais alto prestígio, apresentaram dados conflitantes. Um olhar mais atendo e treinado, permite compreender melhor os achados. Existem críticas sobre as publicações na medida em que não incluíram, em suas análises, resultados de outros estudos de grande porte que não identificaram relação entre o uso de AAS e o risco de ter câncer. Outro fator importante é saber identificar as diferenças estatísticas do que é clinicamente relevante. Um dos estudos do The Lancet, por exemplo, mostrou que foi necessário tratar 1095 pessoas por um ano para evitar uma morte por câncer. Desconsiderou questões práticas, por exemplo, como o risco de sangramento digestivo, fortemente relacionado ao uso de AAS. Apesar de muitas pessoas ficarem confusas e com a sensação de que os resultados irrefutáveis são mais instáveis do que consistentes, os dados são reais e devem ser interpretados com atenção. A medicina caminha, nesta próxima década, para métodos sofisticados, como a farmacogenômica, que permite identificar quem é aquele paciente entre os 1095 que pode se beneficiar realmente, de forma que se possa evitar o uso de remédios para um número enorme de pessoas que não se beneficia ou até é prejudicado. Até que esses métodos sejam amplamente disponíveis e validados sob olhar critico, o ideal é ter uma conversa ilustrada com um médico. Autor: Stephen Stefani - Oncologista Clínico Fonte: SSMD

Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 12h35
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A CRISE DO CONHECIMENTO JURÍDICO Falei sobre a crise do conhecimento jurídico ontem, no encerramento do Ciclo de Palestras sobre Visão Holística do Direito, promovido pelo Centro Cultural Feltrin e Instituto Plenitude. Na oportunidade destaquei a crise do modelo dogmático-positivista, que se esgotou frente às necessidades que emergem da sociedade complexa. Houve no final a entrega de certificados aos alunos que participaram do evento, por parte da bel. Vanessa Feltrin, representante do Grupo Feltrin, e pelo psicólogo Paulo Américo, diretor do Instituto Plenitude.
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 14h58
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Em meio à crise instalada no Poder Judiciário após a discussão no STF sobre o limite das atribuições do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), passa ao largo da sociedade e da comunidade jurídica e acadêmica uma questão não menos importante: o provimento das vagas nos tribunais superiores, notadamente no Superior Tribunal de Justiça. O pano de fundo daquela polêmica reside na punição dos maus magistrados, enquanto essa outra cuida de um aspecto preventivo, o da boa composição dos tribunais superiores. No plano da organização e da estrutura do Poder Judiciário, a composição do Superior Tribunal de Justiça se dá, segundo a Constituição Federal, pelo acesso de dois terços de magistrados de carreira e de outro terço dentre advogados e membros do Ministério Público (federal, estadual ou do Distrito Federal). É certo que o modelo instituído pela Constituição promove benefícios para o Judiciário, bem como para o sistema de justiça e, em reflexa análise, para toda a sociedade brasileira. Homenageia as carreiras jurídicas na composição do Judiciário e permite a diversidade de ideias e olhares na prestação jurisdicional. Pretendeu o constituinte adotar um sistema moderno e democrático de estruturação do Poder Judiciário para permitir decisões também democráticas. E, assim, as carreiras jurídicas têm contribuído para o aperfeiçoamento e o fortalecimento do sistema de Justiça, de toga ou de beca. Reconhece-se que o processo é político, porque democrático, mas prescinde de meritocracia. E, na esteira da ministra Ellen Gracie, a melhor retribuição de um indicado a quem o nomeia é julgar com isenção. Hoje, no STJ, encontram-se abertas duas vagas, uma da magistratura, já com lista tríplice encaminhada pelo tribunal à presidente da República, e uma do Ministério Público, pendente de escolha da lista tríplice. Como não há prazo para a formação da lista tríplice e, consequentemente, para a escolha do chefe do Executivo Federal, o STJ tem suprido precariamente as vacâncias do parquet e da advocacia, convocando desembargadores, o que pode desequilibrar a representação de duas das três instituições que compõem a Corte. Quanto à vaga destinada ao Ministério Público no STJ, concorrem membros do Ministério Público Federal, dos estados e do Distrito Federal. O texto constitucional possibilita a nomeação indistinta das categorias ou classes da instituição, desde promotor de Justiça até o procurador da República. E não poderia ser diferente, até porque, ressalvados poucos ministérios públicos estaduais, qualquer membro pode chefiar a Instituição e a interpretação restritiva é vedada à matéria. Com esse fundamento, o promotor de Justiça Paulo Rangel foi, há pouco mais de um ano, nomeado desembargador do Tribunal de Justiça fluminense, assim como o procurador da República Néviton Guedes nomeado desembargador federal no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, em julho do ano passado. O que deve ser observado na escolha, além dos limites temporais de exercício da função e idade, é, sem dúvida, a conduta, o preparo jurídico e a representatividade institucional do candidato. Esse é o sentido do quinto constitucional. Buscar a necessária representatividade das carreiras jurídicas para o equilíbrio dos tribunais superiores, em prol da defesa dos direitos humanos e fundamentais e da garantia do estado democrático de direito, de toga ou de beca. Historicamente, as chamadas vestes talares têm precedentes em Portugal, quando o rei Felipe III ordenou o seu uso aos desembargadores, mais tarde usadas pelos magistrados em geral, membros do Ministério Público e advogados no exercício de suas funções. A toga é a própria beca, sinônimo de uma só vestimenta formal, usada nas sessões e solenidades judiciais, quer na monarquia portuguesa ou na República brasileira. Aqui, a escolha daqueles que a honrarão deve atender ao sistema de freios e contrapesos próprio do modelo republicano, aliviando-se toda e qualquer discussão sobre atribuições na punição de magistrados pela sobreposição de decisões comprometidas com a efetiva prestação jurisdicional e com a consolidação do estado democrático de direito no Brasil. Autor(es): Ezequiel Pires (Procurador no Estado de Santa Catarina) Correio Braziliense – 07/05/2012
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 18h22
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Meditação pode tornar as pessoas mais criativas
Técnicas diferentes inspiram pensamento a seguir uma linha de raciocínio. Tipo específico de reflexão fez grupo ter mais ideias
Certas técnicas de meditação deixam as pessoas mais criativas, segundo um estudo de autoria da piscóloga Loranza Colzato, da Universidade Leiden, na Holanda, publicado nessa semana na revista “Frontiers in Cognition”. O estudo indica que as vantagens de tipos específicos de meditação vão muito além de um simples relaxamento. As descobertas sugerem que a meditação pode ter uma longa influência na cognição humana, incluindo sentimentos e emoções. A pesquisadora estudou a influência de diferentes tipos de técnicas de meditação em dois ingredientes principais de criatividade: os estilos de pensar convergentes e divergentes.
O pensamento divergente permite que muitas ideias sejam ser relacionadas a um objeto, como uma caneta, por exemplo. Já o pensamento convergente, por outro lado, usa várias palavras para se chegar a uma ideia. Colzato usa diferentes tipos de pensamentos para ver qual técnica de meditação influência mais as atividades criativas. As técnicas analisadas foram divididas em meditação aberta e meditação focada. A partir dessas análises, o estudo demonstrou que nem todas as formas de meditação têm o mesmo efeito na criatividade. Ela observou que depois de fazer uma meditação aberta, os voluntários do estudo seguiram mais a linha de pensamentos divergentes e geraram mais ideias novas do que antes. Ao passo que a meditação focada não mostrou efeito significativo no pensamento convergente proposto para resolver um problema. Autor: Redação Fonte: G1
Nota do Blog: É a ciência reconhecendo vários efeitos positivos da antigas práticas medidativas do Extremo-Oriente.
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 19h29
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Refrigerantes aumentam o risco de infarto e outras doenças, diz estudo
Bebida está ligada a aumento de peso e pressão, entre outros fatores. Versão sem açúcar também pode ser prejudicial
Um estudo norte-americano concluiu que o consumo de refrigerantes aumenta o risco de doenças cardiovasculares, como o infarto. A situação é mais grave em relação às bebidas com açúcar, mas a versão dietética também apresenta o problema. O refrigerante está entre as principais fontes de açúcar da dieta. Pesquisas anteriores já haviam ligado o consumo a problemas como o ganho de peso, a diabetes e a pressão alta, que, por sua vez, são fatores de risco para o coração. A pressão alta, aliás, não é causada só pelo açúcar, mas também pelo sódio, que está presente na versão dietética. No estudo, as pessoas que bebem mais de um copo por dia de refrigerante com açúcar apresentaram maiores níveis de pressão sanguínea e de colesterol. Eles também consomem mais carne vermelha e laticínios integrais, que têm mais gordura, e fazem menos atividade física, em comparação com a média. Já o consumo de refrigerantes sem açúcar foi maior entre pessoas com alguma doença crônica – como, por exemplo, diabetes – e por obesos. Os autores do estudo isolaram estes fatores que coincidiram com o maior consumo de refrigerantes e, ainda assim, encontraram relação entre a bebida e o risco cardiovascular. A pesquisa foi feita com dados de estudos com profissionais de saúde dos Estados Unidos, que acompanharam mais de 120 mil pessoas ao longo das décadas de 1980, 1990 e 2000. Os resultados obtidos pelos especialistas da Clínica Cleveland e da Faculdade de Medicina Harvard, em Boston, foram publicados pelo “American Journal of Clinical Nutrition”. Autor: Redação Fonte: G1
Nota do Blog: O peixe morre pela boca. O ser humano também. As doenças da modernidade multiplicam-se com todo o lixo que é vendido nos supermercados.
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 12h29
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VIAGEM DE ESTUDOS SOBRE O DIREITO E A CULTURA CHINESES: FALTAM POUCOS DIAS. Faltam poucos dias para a viagem de estudos sobre a cultura e o direito chineses, promovida pelo IASB. É a oportunidade única de conhecer uma cultura milenar. Já temos um número importante de inscritos. Você pode ainda participar. Oriente e Ocidente são visões antagônicas e, ao mesmo, complementares, necessárias para a compreensão da vida. Teremos atividades acadêmicas, culturais e turísticas. Maiores informações no link abaixo: http://www.sino-brazilian-exchange.org.cn/mm/mmdireito2012-08.htm
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 12h09
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Câncer de intestino está ligado à ingestão de carne vermelha, aponta estudo
A ingestão diária de carne bovina ou suína, aumentou em até 35% o risco de desenvolver câncer de intestino grosso O consumo excessivo de carne vermelha é apontado como fator de risco para vários tumores, mas no caso do câncer de intestino grosso, que já é um dos mais frequentes entre os paulistanos, essa relação se torna mais evidente. É o que mostra uma revisão de seis estudos científicos que será apresentada em junho no congresso da Sociedade Americana de Câncer, nos EUA, sob o comando de Alexandra Paola Zandonai, especialista em enfermagem oncológica pela Universidade de São Paulo (USP). Em seu trabalho, a profissional observou que a ingestão diária de carne bovina ou suína, independentemente do tamanho da porção, aumentou em até 35% o risco de desenvolver câncer de intestino grosso, ou colorretal, porcentual que sobe para 49% no caso dos embutidos - entre eles salame, salsicha e até peito de peru. Uma solução apontada por ela para amenizar o problema é substituir a carne vermelha pela branca. "Os peixes, principalmente, são ricos em ácidos graxos, benéficos ao corpo". Os resultados do trabalho podem ajudar a esclarecer os principais fatores ligados a esse tipo de câncer, pouco explorado em campanhas públicas e cada vez mais comum em locais desenvolvidos. "É a segunda neoplasia com maior incidência no Sudeste e a terceira no país", frisa o oncologista Samuel Aguiar Júnior, diretor do Núcleo de Tumores Colorretais do Hospital A. C. Camargo. Entre as paulistanas, esse tipo de tumor só não é mais frequente que o de mama. Nos homens da capital a doença também aparece em segundo lugar, depois do câncer de próstata. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) exclui dessa lista os tumores de pele do tipo melanoma. Os dados do órgão apontam ainda que a incidência do tumor no Estado mudou na última década. Entre os homens paulistas, a taxa de casos novos esperados por 100 mil habitantes passou de 10,5, em 2000, para 26 neste ano. Para as mulheres, nesses mesmos anos, a estimativa de novos diagnósticos foi de 15,4 para 25,6. Além disso, a taxa de mortalidade por neoplasias colorretais também tem crescido. As informações são do Jornal da Tarde. Autor: Agência Estado Fonte: UOL Notícias - Saúde
Nota do Blog: Cada vez mais a ciëncia constata que devemos respeitar os animais para que possamos viver com saúde. Viva e deixe viver.
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 09h01
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DA NATUREZA DO HOMEM
O homem está submetido às regras que lhe prescreve a natureza, e precisa conhecê-las e respeitá-las para viver corretamente, em estado de saúde [do corpo, da alma, da moral, da sociedade. Hipócrates
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 18h23
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Por Patricia Leigh Brown, The New York Times News Service/Syndicate Para se curar, primeiro é preciso comerSt. Helena, Califórnia – Algumas pessoas não conseguem viajar sem Advil ou um travesseiro para o pescoço. O Dr. David M. Eisenberg, professor associado das Faculdades de Medicina e de Saúde Pública de Harvard, sente-se incompleto sem sua amada faca para guarnecer e seu cutelo Wüstoff de 20 centímetros. Com um acalorado entusiasmo, ele empunhava ambos quando nos encontramos no estrado do Instituto de Culinária dos Estados Unidos, em Greystone. Preparava cogumelos shiitake perfeitamente dourados e uma dose abundante de saquê para os cerca de 400 pediatras, endocrinologistas, nutricionistas e outros profissionais de saúde que passaram três dias e meio no Vale do Napa aprendendo a cozinhar. "Isto não é neurocirurgia", disse Eisenberg ao golpear um dente de alho com o cutelo. "Isto é uma comida saudável, acessível e incrivelmente deliciosa." Filho de um padeiro do Brooklyn, Eisenberg é fundador e principal oficiante de "Cozinhas saudáveis, vidas saudáveis", um "casamento inter-religioso", como ele chama, entre médicos, pesquisadores de saúde pública e chefs renomados que buscam derrubar a barreira entre a cozinha "saudável" e a "apetitosa". Embora os médicos estejam na linha de frente do combate às crises de diabetes e obesidade do país, muitos recém-formados em Medicina têm pouco conhecimento de nutrição, e muito menos de culinária. É uma deficiência que está se tornando cada vez mais evidente à medida que aumentam as estatísticas, como a de que até 2050, um em cada três adultos irá desenvolver diabetes se as tendências atuais continuarem. Para Eisenberg, o sabor é uma questão de saúde. Agora em seu oitavo ano, o evento, totalmente lotado, está na vanguarda de uma importante mudança de atitude levada a cabo por uma nova geração de profissionais médicos que cresceram convivendo com feiras de agricultores. Entre eles há alunos da Faculdade de Medicina Baylor, de Houston, que contrataram um chef para lhes ensinar técnicas culinárias, e um médico do subúrbio de Chicago que ficou tão inspirado pelo "Cozinhas saudáveis, vidas saudáveis" que, ao voltar ao seu local de origem, instalou uma cozinha para demonstrações em seu consultório. Médicos como o cardiologista Jim Fox, de 51 anos, vindo de Traverse City, Michigan, trocaram estetoscópios por chapéus de chef para mergulhar nas belas artes do "domínio das marinadas saudáveis e das técnicas de grelhar" e "do preparo saudável de nozes e legumes". http://nytsyn.br.msn.com/estilodevida/para-se-curar-primeiro-%c3%a9-preciso-comer
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 20h16
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LEI Nº 13.735, de 18 de abril de 2006. Procedência: Dep. Celestino Secco Natureza: PL 404/05 DO: 17.866 de 18/04/06 (errata: no DO.de 18/04/06, no número da edição onde se lê 17.866 leia-se 17.865). Fonte - ALESC/Coord. Documentação Institui o Dia Estadual de Proteção aos Animais. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, em exercício, Faço saber a todos os habitantes deste Estado que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Fica instituído o Dia Estadual de Proteção aos Animais, a ser comemorado no dia 28 de abril. Parágrafo único. Por proteção aos animais entende-se o conjunto de ações destinadas a promover o respeito à vida e à integridade física e psíquica dos animais, visando ao seu bem-estar. Art. 2º A semana que antecede o dia 28 de abril constituirá período de celebração em comemoração à data em todo território catarinense, sob a denominação de Semana de Proteção aos Animais. Parágrafo único. Na Semana de Proteção aos Animais, descrita no caput deste artigo, as escolas da rede pública poderão promover eventos relacionados ao tema, como palestras, exibição de material audiovisual e atividades artísticas e lúdicas, visando despertar a conscientização dos alunos para a necessidade de proteção aos animais. Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Florianópolis, 18 de abril de 2006. EDUARDO PINHO MOREIRA Governador do Estado, em exercício
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 13h10
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VIAGEM DE ESTUDOS SOBRE O DIREITO E A CULTURA CHINESES: FALTAM POUCOS DIAS. A CHINA, ANTES DE SER O PASSADO, É O FUTURO... Faltam poucos dias para a viagem de estudos sobre a cultura e o direito chineses, promovida pelo IASB. É a oportunidade única de conhecer uma cultura milenar. Já temos um número importante de inscritos. Você pode ainda participar. Oriente e Ocidente são visões antagônicas e, ao mesmo, complementares, necessárias para a compreensão da vida. Teremos atividades acadêmicas, culturais e turísticas. Maiores informações no link abaixo: http://www.sino-brazilian-exchange.org.cn/mm/mmdireito2012-08.htm
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 10h21
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"Devemos deixar de comer carne para salvar o meio ambiente!" Paul McCartney quer mundo vegetarianoRevista Rolling Stones Ex-Beatle diz que parar de comer carne ajudará a “salvar o meio ambiente para as crianças do futuro” Paul McCartney quer que as pessoas deixem de comer carne como medida de proteção ao meio ambiente. O músico concedeu uma entrevista ao grupo de proteção aos direitos dos animais Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, conhecido por realizar manifestações em desfiles de moda que usam roupas de pele), publicada pela agência Reuters. O ex-Beatle é vegetariano e critica a falta de divulgação do estilo alimentar por parte de grupos ambientalistas. Para McCartney, a quantidade de terra e água usada na pecuária torna o comércio da carne um fator crucial nas mudanças climáticas do planeta. McCartney não poupa palavras de incentivo ao vegetarianismo. "A maior mudança que qualquer pessoa pode fazer em seu próprio estilo de vida é tornar-se vegetariana. Exorto a todos que dêem esse passo simples para ajudar o meio ambiente e salvá-lo para as crianças do futuro", disse ao Peta. Uma pesquisa da FAO, divisão da ONU que cuida de assuntos ligados à agricultura e alimentação, aponta que a criação de gado é a principal responsável pelo aumento do efeito estufa, por conta da emissão de gases provocada pelos rebanhos e do desmatamento de florestas para abertura de pastos.
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 12h10
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Cientistas terão que justificar uso de animais em pesquisas no Brasil
Ministério da Ciência receberá relatórios periódicos de comissões de ética. Sempre que possível, pesquisadores terão de usar métodos alternativos
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação instituiu um novo formulário para regulamentar o uso de animais em pesquisas. O documento servirá para que cientistas de todo o país prestem informações sobre os projetos que envolvam animais a comissões de ética especializadas. Essas comissões, então, prepararão relatórios anuais que deverão ser repassados ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), órgão ligado ao Ministério. O objetivo da norma é assegurar que as experiências com animais só serão feitas nos casos em que não houver outro método cientificamente validado para fazer a experiência. Sempre que possível, no entanto, os pesquisadores terão de optar pelas técnicas “in vitro” – com células isoladas em laboratório – ou “ex vivo” – usando apenas alguns tecidos específicos, retirados do animal. A aprovação formal do formulário foi publicada na última quinta-feira (19) pelo Diário Oficial da União, e passa a valer 15 dias após a data. Simpósio em Brasília O Ministério divulgou também a realização de um simpósio para debater o uso de animais em experiências no Brasil. O objetivo é capacitar os gestores das comissões de ética locais em relação às normas do setor. O evento organizado pelo Concea acontece em Brasília nos dias 13 e 14 de junho. Autor: Redação Fonte: G1
Nota do Blog: É um passo importante para se impedir, de vez, o uso de animais em pesquisas científicas.
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 12h54
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PARE A CORRUPÇÃODia da mobilização ao combate da corrupção
As formas de corrupção variam em grau e intensidade, mas incluem o suborno, extorsão, fisiologismo, nepotismo, clientelismo e peculato. De outro lado, a corrupção nem sempre vem desacompanhada e está ligada a outros delitos para facilitar negócios criminosos como o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e tráfico de seres humanos. Noutro enfoque, a corrupção também existe independentemente da tipificação penal, sempre que os agentes de poder utilizam de algo em benefício próprio ou particular, em detrimento de parte da comunidade que está inserido. Esclarecedora são as palavras de Calil Simão(1) que "não existe corrupção política sem haver corrupção social". Segundo o autor, primeiro a sociedade se corrompe para posteriormente corromper o Estado. Ensina ainda que a corrupção social se apresenta sempre que os indivíduos não possuem desinteresse individual, ou seja, quando não conseguem sacrificar um interesse particular em prol do interesse coletivo. Ainda na vida em sociedade, os agentes de corrupção impedem o desenvolvimento econômico criando fortes distorções e deficiências no mercado e a sociedade e as pessoas desta sociedade são gravemente penalizadas por terem tolhidos vantagens e bens. Nos últimos meses, surgiu com maior intensidade um grito de inconformismo e repúdio diante do desalentador cenário no trato inadequado e desrespeitoso das coisas públicas. A imprensa tem revelado grandes esquemas de corruptos e corruptores que atingem todos os níveis da administração pública. A sociedade civil mobiliza-se com mais freqüência, pois o nível de conhecimento das pessoas não permite mais que os desonestos e nem sempre bem intencionados desprezem e joguem no ralo os recursos públicos. Novas ondas de transparência e controle social tem produzido um efeito despertador para várias pessoas e segmentos sociais no sentido de alertar sobre a necessidade premente da sociedade apresentar mecanismo preventivos para evitar os desvios de finalidade das atividades públicas. Neste dia de mobilização para o combate a corrupção, após refletir sobre a relevância das ações e daquilo que acima foi dito, aponto três principais ações a serem desenvolvidas no meio social para parar a corrupção: primeiro, conscientizar os cidadãos acerca dos malefícios da corrupção no intuito de erradicar inicialmente a corrupção social e depois a política: o candidato que compra seu voto irá cobrar muito caro quando for eleito ou ocupar um cargo público e retirará muito mais do que concedeu; segundo, é relevante investir em estratégias preventivas de combate a corrupção, principalmente focadas na transparência e no controle social, como as atividades desenvolvidas por diversos observatórios sociais; terceiro, é preciso mobilizar as pessoas, entidades, instituições para incentivá-las a participar mais diretamente das decisões e destinos da vida comunitária, a exemplo dos conselhos escolares, de saúde, da criança e do adolescente, do idoso, da assistência social ou pela participação ativa nas associações, sindicatos ou movimentos sociais, como o exemplo do dia da mobilização hoje realizado em diversas cidades. Para já, neste ano eleitoral, é de fundamental relevância que a conscientização possa atingir o maior número de pessoas. Os eleitores conscientes precisam exercer seu direito de voto não para dar um cheque em branco para os representantes, mas principalmente para escolher representantes que criem oportunidades e possibilidades de que todos possam participar ativamente das decisões da vida pública de modo democrático e transparente. Se isto ocorrer não haverá espaços para a corrupção e a nossa sociedade será mais justa e melhor. Giorgia Enrietti Bin Bochenek Mestre pela Universidade de Coimbra giorgiabin@hotmail.com 1 SIMÃO, Calil. Improbidade Administrativa - Teoria e Prática. Leme: J.H. Mizuno, 2011, p. 10 e ss. Nota do Blog: Recebi do amigo Rogerio Schnneider e publico pela importância.
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 04h33
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Risco de derrame é menor em mulheres que bebem moderadamente
Isso não significa que as pessoas devam começar a beber para prevenir derrames, dizem cientistas
Mulheres que bebem moderadamente - até sete taças de vinho ou copos de cerveja por semana - são levemente menos propensas a sofrer um derrame do que as abstêmias, diz um novo estudo americano.
Os resultados da pesquisa, que avaliou milhares de mulheres de quase 30 anos, foram publicados na revista científica Stroke. Os dados coincidem com as recomendações da associação americana do Coração, que recomenda que as mulheres não bebam mais do que uma dose ao dia.
No entanto, isso não significa que as pessoas devam começar a beber álcool para prevenir derrames, assinalam os pesquisadores.
"Não incentivamos a beber mulheres que não bebem atualmente", diz Monik Jimenez, do Hospital de Brigham e Mulheres em Boston, líder do estudo.
"O álcool é uma faca de dois gumes, pois altas taxas podem aumentar a pressão arterial e o risco de arritmia cardíaca, fatores de risco para acidente vascular cerebral", diz ela.
Vários artigos anteriores demonstram que níveis baixos de ingestão alcoólica estão ligados a menores possibilidades de sofrer um derrame.
Jimenez e seus colegas empregaram dados de um estudo sobre enfermeiras que avaliou a saúde, dieta e estilo de vida de mais de 83 mil mulheres durante 26 anos. Os autores levaram em conta fatores de risco, como tabagismo, sobrepeso e histórico familiar.
O estudo não provou que o álcool previne o AVC, e não há uma explicação pelo momento para a relação entre ambos. Uma das hipóteses é que, em baixas doses, o álcool poderia prevenir a formação de coágulos ou alterar os níveis de colesterol no sangue. Autor: Reuters Fonte: Estadão - Saúde
Escrito por Paulo Roney Ávila Fagúndez às 11h35
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